Oi gente! Hoje Bella vai aprontar tanto que Edward acaba perdendo a paciência...
Título: Um Selvagem Diferente
Autora(o): Lunah.
Shipper: Bellard
Gênero: Romance, Comédia, Universo Alternativo, Amizade, LimeCensura: NC-18
Autora(o): Lunah.
Shipper: Bellard
Gênero: Romance, Comédia, Universo Alternativo, Amizade, LimeCensura: NC-18
Um Selvagem Diferente
By Lunah
Atenção: Este conteúdo foi classificado
como impróprio para menores de 18 anos.
"Estou ciente, quero continuar!"
Capítulo 21 - Um Selvagem Confiante II
Amontoamos uma série de parafernálias
no porta-malas da Kombi e isso incluía as cadeiras de praia, guarda-sóis e
isopores abarrotados de bebidas e... Bregueço, bregueço, e mais bregueço.
Alice me ajudou a escolher um biquíni
“comportado” e por cima de tudo, coloquei um vestidinho de praia bem simples e
feioso.
Não perdemos mais tempo e procuramos
organizar o grupo de hóspedes que esperava na calçada. Éramos uma galera muito esquisita: duas adolescentes, um velhinho surdo que não largava a
gaiola de seu papagaio; o gordinho que fez seu pai me pagar para tomar conta
dele, pois o coroa tinha outros planos; dona Bogdanov, Jully, Edward e meus
amigos.
– Se a gente apertar um pouquinho vai caber todo mundo. – Emmett foi praticamente
fuzilado pelos nossos olhares.
– Quem sabe o Brad não pode dar uma caro... – Alice se calou assim que vimos
o Link 69 partir sem se importar com o nosso sufoco.
– Deixa o Brandido e seu Mustang idiota pra lá. – A consolei. – Vamos dar um jeito. –Sorri para os hóspedes.
– Hora de irmos! – Jasper ordenou, batendo palmas.
(...)
Como acomodamos 11 pessoas em uma Kombi
caindo aos pedaços? Simples... Na verdade, não tão simples: Emmtt no volante,
Jully no banco do carona, logo atrás, as adolescentes e o velhinho surdo. E por
último, no banco perto do porta-malas, acomodamos a Bogdanov, o gordinho e
Alice sentada no colo de Jasper. Já eu, fiquei no fundão também. Sentada no
colo de quem? É, Edward.
Foi difícil espremer 6 pessoas no
último banco, mas como as adolescentes reclamaram da falta de conforto e
organização, tivemos que fazer alguns sacrifícios para agradá-las.
– Tudo certinho aí atrás? – Emm perguntou.
– Vai na fé, véi. – Jazz falou alto.
– Tem certeza que Brad está indo para a mesma praia? – Cochichei no ouvido de Alice.
– Sim. – Ela sussurrou. – Ele quem apresentou o local aos meninos.
– Vamos lá, pessoal! – Emmett ligou a monstrenga e ela roncou alto. O cano de descarga
soltou a costumeira fumaça tóxica e negra. A Kombi chacoalhou, só que
infelizmente não saiu do lugar. – Muito bem... – Nosso motorista olhou para trás. – Quem vai descer pra empurrar?
Grunhi cobrindo o rosto com as mãos.
(...)
E lá estávamos nós, pipocando na
rodovia estadual rumo à Titusville. A ironia é que pretendíamos ir para a mesma
praia em que Edward e eu visitamos após uma louca noite no Bucaneiro.
Quase todos conversavam, mantendo o
lugar barulhento e estressante, só que vira e mexe a velha monstrenga dava um
solavanco, fazendo com que Alice gargalhasse de nossa ridícula situação. Após
outro solavanco, olhei para trás e reparei que meu irmão mantinha os olhos
vidrados em Edward, obviamente, tentando se certificar de que o cara não estava
se aproveitando dos meus constrangedores pulinhos em seu colo.
– Pára de me encarar. – Edward reclamou ranzinza.
– Jasper está de olho em você. – Respondeu como um mafioso.
– Deixa de ser idiota, Jazz. – Para a minha sorte, Alice o repreendeu e eu a apoiei com um
sorriso. – Deixa o T-zed aproveitar as
coisas boas da vida.
Meu sorriso desapareceu.
– Que cheiro horrível é esse? – A jovem da frente se virou para nós.
– Quem soltou que se acuse. – O pancinha riu, se entregando.
– Pelo amor de Deus, escancarem essas janelas! – Lice começou a passar mal, e
não era para menos, só duas janelas estavam abertas.
– Você disse que ia se comportar. – Estiquei o braço na frente de
Alice, tentando alcançar o Toby.
Ele se espremeu contra a Bogdanov e
gargalhou, dizendo:
– Foram os chocolates.
– Seu gordinho pilantra. – Rosnei por entre dentes.
– Gordinho
pilantra. – O papagaio repetiu, chocando a
todos.
Imediatamente voltei para o meu lugar
pensando: isso não é bom.
(...)
15 MINUTOS DEPOIS...
– Gordinho
pilantra. – O papagaio não parava mais de
tagarelar aquilo.
– Já chega, vou empalhar esse bicho! – Toby atirou suas mãos gordinhas
contra a gaiola.
– Nããooo! – Lice e eu gritamos juntas.
– Larga. – O velhinho se aborreceu, lutando para proteger sua ave.
– Pelo amor da minha santa paciência, deixa o papagaio em paz. – Pedi em voz alta, tentando
desesperadamente puxar Toby pela camiseta.
– O quê? – O senhor me fitou, obviamente não entendendo.
– Olha, por que também não fica mudo?
– Topa tudo? – O velho me olhou estranho, entendendo só o que queria. – Minha filha, não diga uma
coisas dessas... Você é tão nova.
– Eita, já puxaram pro buraco da maldade. – Emmett lá da frente, gargalhou.
– Não diga asneiras. – Repreendi o hóspede.
– Trabalha a noite inteira? – O velho inclinou seu ouvido em minha direção.
– O senhor me faz perder a paciência!
– Concordo... É uma indecência. – O maldito surdo fungou.
– Desista. – Edward sussurrou.
Com a cabeça começando a latejar, fitei
Toby, dizendo:
– Cola o rabo nesse assento e fica quieto.
– Gente, vocês não estão sentindo falta de alguém? – Jasper perguntou.
– É. Estou... – Emmett coçou a nuca.
Por alguns segundos houve silêncio, até
que...
– ROSALIE! – Emm freou abruptamente.
Minha cabeça se chocou contra o teto da
Kombi, ativando minha imaginação e, sem querer, viajei na maionese...
...
Podia ver claramente a loira.
Depois de horas se arrumando, estava
plantada na calçada com um biquíni provocativo, um grande e estiloso chapéu na
cabeça, óculos escuros e salto alto.
Rosalie olhava para os dois lados da
calçada, completamente confusa.
– Pessoal? Cadê
vocês? – Tirou os óculos.
...
Assim que pude, balancei a cabeça,
procurando não dar asas à imaginação... Ela podia ir longe.
– Por favor, não vamos voltar. Já estamos quase chegando em
Titusville. Emm, quando chegarmos lá, você liga para a sua chave de cadeia. – Alice implorou.
– Quer saber? – Emmett se virou para nós. – Não vamos voltar! A libertina merece um castigo depois do que me
fez passar ontem.
– Alguém quer trocar de lugar? Essa cozinheira está fazendo cafuné
na cabeça de Jasper. – O idiota suava horrores.
A Bogdanov passara o braço por trás dos
ombros de Toby e alcançara os cabelos de meu irmão. Havia um sorriso matreiro
nos lábios da estranha mulher.
– Vai! Vai! Vai! – Gesticulei freneticamente, louca para sair da Kombi.
Emmett deu a partida e a lata-velha,
mais uma vez, deu um solavanco. Subimos e descemos feito uma mola.
– Jasper. Viu. Isso. – Rosnou por entre dentes, chamando nossa atenção. – T-zed está se aproveitando da
situação. – Acusou.
Imediatamente olhei para trás e encarei
o selvagem.
– Não. – Balançou cabeça, sentindo-se acuado. – Ele está enganado.
– Jasper vê. Jasper sabe. – O imbecil insistia em bancar o irmão mais velho. – Bella vai trocar de lugar com o
Toby.
– Como vocês dizem aqui, isso não vai rolar. – Ed falou e eu ri alto.
Essa era a primeira vez que ele usava
uma gíria.
– Quem vai no colo de quem não importa. A Kombi não está andando. – Emmett se irritou.
– Se arrependimento matasse.... – A jovem hóspede jogou os braços para o alto.
(...)
– Foooorrrrçççaaaaaaa! – Jasper berrou totalmente vermelho.
Ele, eu, Lice e Edward empurrávamos
arduamente a monstrenga pela pista. Ela estava pesada e isso exigia muitos de
nossos músculos. Os malditos hóspedes estavam nitidamente nos punindo, não
ajudando em absolutamente nada.
Tivemos que ficar próximo ao
acostamento, pois do nosso lado esquerdo passavam vários carros, os quais,
claro, não ofereceram nenhuma ajuda.
– Vai! Vai! – Emmett gritou, pondo o braço para fora.
– Cala a boca! – Berrei de volta, já ficando sem forças.
De repente, um carro passou por nós e
um idiota colocou a cabeça para fora, gritando:
– OLHA A FEIRA!
– Já chega! – Alice choramingou, desistindo. – É muita humilhação, meu Deus do céu. –Caiu sentada no acostamento.
Todos nós paramos e Emm quase saiu da
Kombi para nos matar.
– Por favor, não vai fazer caso agora. – Tentei erguê-la, mas Alice não
ajudou.
– É muita vergonha, meu povo. – Soluçou.
– Ninguém disse que gerir uma imitação de resort ia ser fácil. – Retruquei.
– Ali na frente tem uma subida. Vamos fazer um último esforço.
Empurramos a Kombi até lá, depois é só deixar ela descer com tudo e partir pro
abraço. – Jasper obrigou Lice a levantar.
– Não é má ideia. – Ed foi otimista.
Com nossas mãos espalmadas na lataria,
trocamos olhares e meu irmão gritou novamente:
– Foooorrrrçççaaaaaaa!
Empurramos.
A monstrenga andava devagar, mas pelo
menos andava.
– Um dia vamos olhar para trás e rir disso tudo. – Falei.
– Para mim esse dia é hoje. – Edward gargalhou sozinho.
Quase morremos para fazer a lata-velha
chegar ao topo da rampa, então quando o motor rugiu alto e a Kombi desceu a
rodovia com tudo, paramos para comemorar.
– Viu, foi fácil. – Jazz riu.
Exaustos, ficamos assistindo a Kombi ir
embora sem nós.
– EEEIIIIIIII! – Gritamos juntos, desembestando a correr atrás da monstrenga.
(...)
Sol, calor, vento, areia, gente bonita,
diversão. Todos pareciam compreender bem o sentido de cada palavra, exceto eu.
Alguns dos hóspedes pegavam sol, outros
bebiam e comiam. Brad e seus comparsas se mantiveram afastados entornando
cervejas, tocando violão e paquerando geral. Emmett e Jasper trataram de fincar
guarda-sóis na areia e eu fiquei sozinha, sentada em cima de uma toalha de
banho tentando fazer a câmera digital funcionar.
A praia estava meio vazia mesmo sendo
alta estação. Eu sabia que a maioria dos banhistas tinham escolhido outras
praias da região, onde as águas não eram tão traiçoeiras.
Alice e Jully haviam ido dar um
mergulho, mas logo voltaram ensopadas e risonhas.
– A água está ótima. – Minha prima estendeu a mão para que eu lhe passasse sua toalha.
– Legal. – Dei um meio sorriso lhe entregando a toalha.
– Olha aquilo. – Lice sentou-se ao meu lado. – T-zed está tão gostoso que merecia sair do mar em câmera lenta.
Imediatamente virei a cabeça na direção
que ela indicava.
Edward estava só com uma bermuda preta,
e a ausência da barba, junto com o corte de cabelo moderno, fez com que ele
parecesse um modelo molhadinho e super sexy. O cara deu uma corridinha até onde
os rapazes estavam e abriu um sorrisão. O problema é que não se deu conta de
que o curto trajeto que fez da água até os guarda-sóis, foi suficiente para que
algumas garotas reparassem nele. Pior, o reconhecessem.
– Verdade. – Comentou Jully e eu preferi não me manifestar.
(...)
Como o meu irmão é um retardado e o meu
amigo um jumento, não perderam tempo e usaram Edward e sua nova aparência para
pescar mulheres. Eu me recusei a chegar perto, mas dava para notar que muitas
das moças que os cercavam, assistiram ao Me Azare! e demonstravam uma exagerada
admiração pelo selvagem.
– Você conseguiu mesmo o que queria. – Lice abriu uma cerveja.
– Hein? – A fitei, percebendo que havia me distraído.
– O Edward. Você sabe... Não queria que ele conhecesse garotas? Não
queria que ele tivesse experiências?
– Ah... – Assenti com a cabeça. – Verdade. Eu estou muito feliz com isso. – Alice me conhecia muito bem e
não acreditou na minha expressão de felicidade. – Mas o meu trabalho de cafetina
só vai estar completo quando ele conhecer a Melanie no Me Azare!. Depois disso,
Ed ficará por conta própria. – Tentei lembrar das minhas outras prioridades.
– Vou buscar uma bebida pra te animar. – Deu um tapinha nas minhas
costas e levantou-se.
Lice se dirigiu à pequena barraca que
os rapazes armaram para guardar os isopores. Toby ficou de guarda na barraca,
devorando sanduíches e se afogando em refrigerante.
– Bella... – Jully que estava deitada se bronzeando, sentou-se olhando para o
horizonte.– Em alguns momentos achei que você e Edward
estavam juntos.
– Mas estamos. – Minha língua foi mais rápida do que meu cérebro. – Espera. Juntos como? – A fitei.
– Tipo namorado e namorada.
Gargalhei.
– Não. Claro que não. Somos amigos... – Refleti por segundos. – Amigos tortos... eu acho. Nos
desentendemos bastante. É como... como... – Fiz um esforço para me fazer entender. – Somos muito diferentes, mas
juntos somos iguais, saca?
– Não muito. – Sorriu, desculpando-se. – Mas você... – Jully passou as mãos suadas nas coxas. Ela me parecia bastante nervosa. – Se importa se eu me aproximar
um pouco dele? –Baixou a cabeça.
– Ué... Achei que preferia ficar longe. Não foi o que me disse?
– É... mas...
– Olha, não é comigo que você tem que se preocupar, e sim com a tal
Melanie. – Dei um sorriso fraco. – Vi a foto dela no perfil do
Eutouquerendo.com. É bonitona.
Jully suspirou e eu fiquei sem saber o
que dizer.
– Toma a tua cerveja. – Lice voltou e me entregou a latinha.
Abri a cerveja, tomei quase metade de
uma só vez e fiquei na minha.
– Qual o problema daquele Brandido? – Lice irritou-se. – Não olhe para ele.
Por um impulso, olhei. Não se pode
dizer “não olhe”, pois é aí que olhamos mesmo.
McFadden estava do nosso lado direito,
há uns 8 metros de distância. O cretino conversava com uma das hóspedes e pelo
jeito que ria, dava para sacar que a paquerava.
– Ele deve ter alguma tara por garotas menores de idade. – Jully comentou, fazendo uma
sutil referência ao fato de que quando o conheci também era menor de idade.
– Acredito que sim. – Desviei o olhar e tomei o resto da cerveja. Procurei não me abalar
com nada que Brad fizesse, eu estava determinada a me preocupar só comigo e
meus amigos.– Estamos aqui para nos divertir, certo? – Tentei animá-las. – Não vamos ficar aqui às moscas.
Fiquei de pé e me livrei do vestido de
praia. Ajustei a parte de cima do biquíni vermelho e sacudi o cabelo com a mão,
deixando-o ainda mais rebelde.
– Vamos dar um mergulho? – Sorri e as meninas fizeram careta, podres de preguiça. –Que seja. – Bufei chateada, mas não desisti de me divertir. – Fui!
Caminhei rumo ao mar sem olhar para
trás. O vento em meu rosto e o cheiro da água salgada acenderam fagulhas de
empolgação em mim. Logo apressei o passo querendo chegar ao mar. De repente,
alguém passou por mim correndo e só quando se distanciou, chegando à água, foi
que notei que se tratava de Edward.
Não o segui e mantive meu próprio
curso. Ao entrar no mar, banquei a afoita e deixei que a água cobrisse bem além
da minha cintura, mas só quando uma onda veio ao meu encontro, foi que realmente
ignorei tudo e mergulhei nela sem hesitar. Foi muito divertido, porém logo tive
que emergir. Não tive nem tempo de recuperar o fôlego, pois uma onda maior me
pegou desprevenida e foi me arrastando para a margem. Cheguei até a engolir um
pouco de água. Totalmente desajeitada, busquei me equilibrar, e com
dificuldade, consegui fincar os pés no chão.
Com água já na altura dos quadris,
passei as mãos no rosto e disse a mim mesma que o pequeno acidente não foi tão
ruim. Então do nada, dois banhistas que estavam sentados na areia começaram a
rir de mim. Franzi o cenho sem entender e, quando menos esperava, Edward
apareceu, se colocando na minha frente. Tudo aconteceu muito rápido e meu
cérebro processou as informações com dificuldade.
O selvagem me abraçou, mantendo seus
braços em minhas costas e fazendo com que nossos corpos ficassem colados.
Ofeguei aturdida e ele me obrigou a dar alguns passos atrás, até que a maior
parte de nossos corpos ficasse submersa.
– Edward... – Confusa, retribui o abraço. Ele estava tão carente assim?
O cara soltou uma risadinha estranha,
mas não me largou.
– É meio constrangedor dizer isso, mas...
Me afastei o suficiente para conseguir
encará-lo.
– A parte de cima do seu biquíni sumiu.
Olhei para baixo e vi que tinha razão.
– AAAAAAAHHHHH! – Gritei alarmada.
– Não grita não. – Se conteve para não rir. – Podem pensar que estou te atacando.
– Que merda! O que vou fazer? – Exasperada, olhei para os lados e nem sinal da peça.
Nunca tinha passado por uma situação
semelhante. Era mais do que constrangedor, era estupidamente embaraçoso.
– Calma. – Edward mantinha seu peitoral cobrindo meu busto. – Não adianta se desesperar.
Uma onda se chocou contra nós, mas
Edward conseguiu manter o equilíbrio e não fomos arrastados por ela. Logo em
seguida, girou nossos corpos para que pudesse enxergar a praia.
– Estou vendo seu biquíni. – Falou com um sorriso.
Forcei o pescoço pra olhar para trás e
avistei a peça boiando na margem, perto de onde Toby brincava. Ele viu o
biquíni e, com um sorriso matreiro, pegou a peça com a ponta dos dedos.
– Vou lá buscar. – Ed tentou se afastar e o impedi.
Outra onda nos atingiu e dessa vez
quase fomos levados.
– Você não é nem doido de me deixar aqui sozinha. Uma onda vai me
pegar e eu vou acabar rolando semi-nua até a areia. – Ameacei com o olhar.
– Considerando a sua sorte... – Refletiu, brincalhão. – Existe mesmo essa possibilidade.
Fiquei brava com seu sarcasmo.
– Toby! – Olhei para trás. – Joga essa droga pra cá! – Gritei.
– Que droga? Essa? – Gargalhando, chacoalhou a peça no ar.
– Toby. – Grunhi, irada. – Agora!
– Não! – Ele saiu correndo com o biquíni.
Arregalei os olhos e senti minha boca
escancarar.
– Agora complicou. – Edward finalmente percebeu que a situação não era tão engraçada.
– Odeio crianças. – Rosnei.
– E elas odeiam você.
O fitei não crendo que teve coragem de
fazer tal comentário.
– Foi só uma observação. – Defendeu-se. – Vamos pedir ajuda.
Edward acenou na esperança de sermos
socorridos, infelizmente nossos amigos estavam distraídos e distantes demais
para ouvirem qualquer coisa. Ainda mais com barulho das ondas batendo nos
rochedos ali perto. De repente, Alice nos olhou, acenou de volta alegremente, e
voltou-se para Emm, Jazz e Jully, os quais gesticulavam como se estivessem decidindo
algo importante.
– Isso não está acontecendo comigo. – Choraminguei.
Edward nos girou outra vez, procurando
um maior equilíbrio. Buscamos por ajuda nas proximidades, infelizmente não
havia quem pudesse nos dar “uma mão”. Os poucos banhistas estavam muito
distantes. Cheguei até a pensar que nos isolaram de propósito acreditando que
estávamos fazendo alguma safadeza.
– Cadê? Onde está a minha “coisa boa”, o meu momento de sorte que
vem logo depois do desastre? Sua teoria é a maior furada, Sr. Celebridade
Instantânea. – Emburrei.
– As coisas não acontecem na hora que você quer, Bella. O dia ainda
nem terminou.
– Besteira. – Sem querer fiquei analisando o rosto dele. – Hum... – Estreitei os olhos.
– O que foi?
– Depois que encontrar sua garota não podemos ficar nesse tipo de
intimidade aqui não, hein? Não pega bem.
– Eu sei disso. – Respondeu com certa indiferença, voltando seu olhar para a praia.
Me arrependendo de ter dito tamanha
asneira, fitei o mar e cada um ficou olhando para uma direção diferente.
Passaram-se quase três segundos, então suspiramos simultaneamente. Foi um
suspiro mais puxado para o lamento do que para o alívio.
Para não ruborizar, mudei rapidamente
de assunto.
– Clima bom, né?
Edward me encarou meio confuso.
– O quê?
– O quê? O quê? – Me perdi, porém logo me achei. – Eu falei... do clima. Sol, mar, etc... Não de nós colados aqui...
semi-nus. – Fiz uma careta.
É, eu devia ter ficado no “O quê? O
quê?”
– É assim só comigo?
– Seja mais claro.
– Você sabe... – Pareceu se arrepender de ter começado a pergunta. – Beijo e outras coisas. – Olhou rapidamente para o meu
corpo.
– Claro que não. – Ri, desconcertada. – Isso acontece comigo e Emmett o tempo todo. –Menti e meu sorriso sumiu. – É bem coisa de amigos. – Desviei o olhar.
– Entendi e ao mesmo tempo não.
– Ed, vai buscar alguma coisa para eu vestir. – Preferia ser arrastada pela
praia inteira nua a ter que continuar a conversa.
– Já volto. – Nadou para a praia e eu cobri o busto com as mãos, mesmo sabendo
que a água escondia meu corpo.
Me concentrei nas ondas e pouco tempo
depois senti uma presença.
– E aí? – Brad me lançou seu sorriso 171. Ele estava há um metro de mim. – Ajuda? –Mostrou a camiseta preta com o logotipo da banda.
– Joga. – Exigi emburrada.
Será que ele ficou nos observando o
tempo todo?
– Não sei não. – Brincou. – Prefiro você de topless.
– Vai pro... – Fiquei indecisa, havia tantos lugares que queria mandá-lo. – Pro raio que o parta!
O idiota apenas riu.
– Toma, Bells. – Jogou a camiseta. – Não esqueça de me agradecer depois.
Nadei até alcançá-la e a vesti bem
rápido. A barra da camisa ficou flutuando, mas conforme eu saia da água ela
grudava ao meu corpo.
Caminhei em direção aos guarda-sóis e
encontrei Ed no meio do caminho. Ele segurava a parte de cima do meu biquíni e
não falou nada quando lhe tomei a peça. Continuei andando deixando-o para trás,
só que após dar cinco passos, olhei para trás e notei que ele continuava no
mesmo lugar. Edward respirou fundo, fitando o horizonte.
Imediatamente me perguntei se ele teria
ficado chateado por eu ter aceitado a ajuda de Brad ao invés de esperar a dele.
Oras, era questão de necessidade. Então refleti por cinco segundos e cheguei à
conclusão de que Edward não ficaria ressentido por uma bobagem. Ainda mais uma
bobagem que envolvia a mim.
Assim que abandonei os questionamentos
inúteis fui até ele e cutuquei suas costas. Ed virou-se e disparei a falar.
– Obrigada por me salvar da humilhação. – Sorri querendo manter o clima
amistoso. –Quer que eu te ajude com as fãs? Você sabe
que eu, Bella-Bill, sou melhor com as garotas do que os rapazes. – Girei o biquíni no ar. – Vamos lá, vai ser divertido,
princeso. – Fui sincera em cada palavra.
Edward ficou me encarando com os olhos
semicerrados. Havia de fato um ressentimento, mas não conseguia compreender a
origem disso. Então, sem falar nada, ele saiu deixando-me no vácuo.
– E lá vamos nós de novo. – Murmurei por entre dentes.
Girei o corpo e corri para alcançar o
esquentadinho. Sem avisos, pulei em suas costas. O selvagem se desequilibrou,
mas não foi ao chão. Com as pernas e braços em volta de seu corpo, sussurrei
junto ao seu ouvido:
– Perdeu a noção do perigo, rapá? Agora vai chover dor! – É claro que eu estava
brincando. – Só porque agora você é famoso
vai ficar fazendo manha? – Ri.
– E eu estou em posição de fazer manha?
– Ôôô se tá!?
Edward não conseguiu ficar sério.
– Fiquem parados! – Alice veio correndo armada com a câmera digital. – Digam: eu vim de Kombi.
– Eu vim de Kombi. – Falamos juntos e ela tirou uma foto.
Eu fiz careta mostrando a língua e Ed
saiu com cara de quem estava pensando: onde me meti?
(...)
– Você tem certeza que quer fazer isso? – Indaguei para Jasper.
– Fica na tua, Bella. Jasper sabe o que está fazendo. – Ele tirou a camiseta e Emm,
Alice e eu gememos de desgosto.
– Se ele diz que sabe... – Ed cruzou os braços, louco para ver se meu irmão sabia mesmo subir
em um coqueiro.
– Jasper já fez isso antes. – Amarrou uma corda na cintura, mentindo descaradamente. –Jasper vai tirar aquele cacho de cocos sem derrubar nenhum. – Apontou.
Olhei para cima e fiz uma careta,
prevendo a merda que o PhD em escrotice ia fazer. Jazz, determinado a levar os
cocos para casa, pôs a faca entre os dentes, se achando o Rambo. Então, se
agarrou ao tronco e foi escalando a porcaria parecendo um macaco.
– Vai indo. – Emmett apoiou. – Vai indo que eu sei que tu adora se agarrar num pau.
Jasper grunhiu sem poder responder.
– Não existe uma música sobre isso? – Lice riu.
Com esforço e muito suor, o idiota
chegou à metade do coqueiro. Então, quando vimos que ele estava pensando em
desistir, resolvi dar um apoio moral.
– Vai
tre... pan ...do! Vai tre... pan ...do! – Puxei o coro e Emmett me acompanhou.
Jazz grunhiu alto, totalmente vermelho
de raiva. O incentivo deu certo e ele alcançou o cacho de cocos. O mongo
envolveu o tronco com as pernas, ficando suficientemente seguro para soltar uma
das mãos e com ela amarrou a outra ponta da corda no cacho.
– Não é que ele vai conseguir?! – Comentei espantada.
– Há! Há! – Debochou de nós se achando o sabichão.
O cacho possuía uns oito cocos grandes
e eu fiquei louca de vontade de provar um deles.
– Corta logo o cacho. – Emm opinou.
Jazz deu uma última verificada no nó da
corda em sua cintura e começou a cortar a parte do coqueiro que sustentava o
cacho.
– Eu não quero nem ver. – Ed murmurou, balançando a cabeça.
– Por quê? – Perguntei.
– AAAAAAAAAAAHHHHHHHHH! – O cacho pesado despencou e meu irmão, agarrado ao tronco, veio
deslizando com rapidez. – AAAAAAAAHHHHHHHH!
Não deu tempo de agirmos, o imbecil
caiu na areia com o peito e os braços arranhados, na verdade, quase em carne
viva. Fizemos um círculo em volta dele e Edward falou:
– Ele é mesmo seu irmão. – Fez um enorme esforço para não rir.
– Tá ardendo... – Jazz soltou uma série de palavrões.
– Rápido, vamos levá-lo para o mar. – Lice ficou aflita.
– E terminar de matar? – Ironizei.
– Ah, é. Água saldada. – Ela se entristeceu.
– Pelo menos os cocos estão intactos. – Emmett ergueu o cacho.
Preocupada, fitei o selvagem com um
olhar suplicante esperando ele ter uma ideia.
– Tudo bem, Bella. Jasper é forte. – Colocou uma mão em meu ombro e
Jasper começou a chorar alto. – Talvez não. – Suspirou.
(...)
Lavamos os ferimentos do meu irmão com
água mineral e ele ficou em baixo de um guarda-sol, com a maior cara de choro.
Emmett abriu um dos cocos para mim.
Coloquei dois canudinhos e o estendi para Jasper, dizendo:
– Vai uma aguinha de coco?
Ele me encarou por um segundo, então
voltou a chorar.
– Socorro. – Toby chegou junto.
– O que foi?
– Entalei. – Seu lábio inferior tremeu por causa do choro contido.
Olhei para a bóia infantil em volta da
sua barriga e gemi de desgosto, imaginando como ia livrá-lo daquilo.
(...)
10 MINUTOS DEPOIS...
– Murcha... a... barriga! – Arfei, ainda tentando puxar a bóia para cima.
– Eu... tou... murchando! – O coitado gemia, com o rosto coberto de lágrimas.
Impaciente, tentei rasgar a bóia, só
que o plástico era muito grosso. Era uma bóia muito resistente.
– Aaahhhh! – Usei toda a minha força e a maldita nem se moveu.
Talvez o plástico tivesse grudado nas
banhas do garoto. – Que raiva!
– Vamos untá-lo com manteiga. – Alice gargalhou. – Só que não temos manteiga.
– Já chega. Vou usar a faca. – Decidi.
– Não acho seguro. – Edward só assistia.
– Eu tenho quase 10 anos de idade... – Toby começou a chorar alto. – E nunca passei por uma
humilhação tão grande. – Suas bochechas cheinhas ficaram ainda mais vermelhas.
– Taí uma coisa que eu duvido. – Retruquei.
– Meu Deus do céu... – Chorou ainda mais alto e os banhistas que passavam por nós riam a
valer. – Se eu sair dessa bóia... – Fungou. – Nunca mais vou tirar fotos da
minha bunda e mandar para estranhos pelo correio. Nunca mais vou roubar a
dentadura do meu avô pra brincar de vampiro. – Estrebuchou aos prantos. – Nunca mais vou passar trote
para minha professora e perguntar: é da casa do Miro? E ela diz: que Miro? – Fungou outra vez. – Aí eu respondo: miro o meu
pin... – Tapei-lhe a boca. – No seu c... – Lutou para continuar. – E dou um tiro. – Desvencilhou-se.
– Muleque, tu vai arder no inferno. – Alice passava mal de rir.
– Não tem jeito, Toby. Vai ter que esperar chegarmos em casa. Se um
dos caras for tentar arrancar a bóia, você pode se machucar. Acho que ela que
está pregada na sua pele. –Dei o veredicto.
Ele caiu de joelhos, depois se atirou
contra a areia, mas a bóia impediu que seu rosto tocasse o chão.
– Vamos empurrar só pra ver o que acontece. – Emmett saiu empurrando o
gordinho pela praia, o qual chorava girando e girando dentro da bóia.
(...)
Ao cair da tarde, subimos até o farol,
pois aquele era um ponto turístico que não podíamos deixar de visitar. Os
hóspedes ficaram entretidos com a beleza do farol e a linda vista. Já meus
amigos, brincavam, fingindo que iam pular do penhasco.
– Vamos ver se você sabe voar, Jasper. – Emmett esticou os braços como
se fosse lhe empurrar, e antes mesmo de Emm tocá-lo, meu irmão berrou feito uma
mulherzinha.
– Deixem de bobagem. – Cruzei os braços, com os olhos no majestoso horizonte.
– Ei. – Brad, junto com o Link 69, veio até nós. – Que tal uma aposta? – Sorriu, provocando.
– Depende. – Emmett se interessou.
– Quem pular daqui e chegar primeiro na praia vence. – Trocou olhares com sua banda.
– Tou fora. – Meu amigo amarelou.
– E o grande rei da floresta? – Fitou Edward, o qual estava há uns dois metros de nós, sentado no
gramado, presente só de corpo.
– De quanto estamos falando? – Alice se meteu na conversa.
Brad pensou um pouco.
– Quinhentos.
– Não. Mil. – Jasper lembrou do dinheiro que devíamos ao agiota.
– Ele vai pular? – O baterista duvidou, apontando para Ed.
– Rola, T-zed? – Emm se animou.
– Não. – Edward disse como se não estivesse dando a mínima para a nossa
conversa.
– Deixem ele em paz. – Pedi.
– Sendo assim, qual de vocês vai pular daqui de cima comigo? – Meu ex me desafiou com o olhar.
Me aproximei da beirada do precipício e
analisei as águas turbulentas que engoliriam qualquer um que mergulhasse nelas.
– A maré está alta. Não dá para ver os rochedos, é suicídio. – O selvagem alertou.
– Ele tem razão. – Concordei, voltando para o meu lugar.
– Qualé, amigo? Você morava na selva. – Brad revirou os olhos, mostrando que não acreditava naquela
história. – Isso aqui pra você é moleza.
Nós confiamos na sua coragem. –Foi ridiculamente sarcástico.
– McFadden, pica a mula! – Ordenei.
– Mil e quinhentos. – Ele murmurou teatralmente, tentando-nos.
Eu precisava recuperar o dinheiro que
roubei para comprar o terno de Edward, talvez aquela fosse a minha chance. Já
tinha pulado daquele penhasco antes, podia fazer de novo.
– Não temos essa grana pra apostar. – Procurei tirar vantagem.
– Na verdade, temos sim. – Emmett se intrometeu e quase dei na cara dele.
– Eu pulo. – Edward avisou, surpreendendo-nos. – Mas, quero os mil e quinhentos
e o seu carro.
Sorri, prevendo que meu ex ia dar pra
trás. Não tive dúvidas de que Edward falara aquilo com a intenção de fazer Brad
baixar a bola.
– Não vale a pena. – O baixista tentou convencer seu amigo.
Brad ficou encarando Edward,
nitidamente o odiando por ter invertido a situação. O imbecil não queria sair
como covarde. Esperamos o desfecho da ridícula disputa de testosterona,
sentindo que os olhares que trocavam era a corda de um cabo de guerra.
– Tudo bem. – McFadden ergueu a cabeça.
O selvagem subestimou a coragem do meu
ex e agora estava preso às suas próprias palavras.
– Vamos deixar de criancice. – Ri sem humor.
– Bella tem razão. Chega dessa bobagem. – Jully tentou me ajudar.
Edward respirou fundo, em seguida,
ficou de pé.\t\t\t
– Rock'n'Roll! – O baterista “colocou pilha”.
(...)
Fiquei em um canto, emburrada porque
Edward não me deu ouvidos. Até mesmo Jully insistiu para ele não embarcar nas
patetices de Brad, infelizmente o cara estava determinado a manter a aposta.
Enquanto os dois suicidas assumiam suas
posições em uma linha de largada improvisada, me perguntei quais seriam os
verdadeiros motivos que estavam levando Ed a peitar Brad daquela forma. Seria
mesmo só por orgulho e dinheiro? Não me parecia típico dele, mas... eu não o
conhecia tanto assim.
– Relaxa, a disputa vai ser para ver quem desiste primeiro. Garanto
que nenhum dos dois vai pular. – Alice passou o braço envolva dos meus ombros.
– Huhum. – Me esforcei para acreditar.
– T-zed está tentando recuperar o dinheiro que gastamos com ele
ontem. Acho que se sente mal por causa disso.
Edward e Brad ficaram há dez metros da
beira do precipício. Ambos pareciam tensos, e nem mesmo o incentivo vindo dos
rapazes e dos hóspedes foi capaz de levantar o astral deles.
– Prontos? – O baterista se preparou para sacudir sua camiseta a fim de
anunciar a largada.
– Ainda dá tempo de agirem como adultos. – Gritei e fui ignorada.
– No três, hein? 1...
O baterista começou a contar e senti um
espasmo no peito. Eu estava com mau pressentimento. Edward trocou um rápido
olhar comigo e voltou a se concentrar.
– 2... 3!
Eles dispararam em igualdade. Todos
gritaram incentivando, mas eu não consegui reagir. No entanto, ao chegarem
perto da beirada do penhasco, Brad deteve-se e Edward pulou sozinho.
– Nããããããoooooo! – Lice e eu berramos correndo até lá.
Em um piscar de olhos, fiquei rodeada
por meus amigos, a banda e mais alguns curiosos.
– Cadê ele? – Jully gritou.
Não conseguíamos ver nada além da
espuma do mar.
– Que cara maluco. Eu estava só zoando, pular com a maré assim é
morte certa. –McFadden estava mentindo. Ele havia se
acovardado.
– Estou vendo ele. – Emmett apontou.
Olhamos na direção que indicava e
enxergamos só a cabeça de Edward. Sorri, aliviada, mas isso durou pouco, pois
uma onda enorme o arrastou para junto do penhasco e não conseguíamos mais
vê-lo. Como já estive ali antes, sabia que aquela região era cheia de rochedos
pontiagudos e mortais.
– Façam alguma coisa! – Berrei desesperada.
Todos sabiam que se Ed tivesse se
chocado contra as rochas, os ferimentos poderiam ser fatais.
Os deixei discutindo e, na atitude mais
impulsiva da minha vida, tomei distância, corri rumo ao precipício e
simplesmente pulei, deixando para trás um coro de gritos alarmados.
(Continua...)

Auuuuuuunt *-*
ResponderExcluirEla pulou pra salvar ele...
Jazz n coqueiro kkkk
Toby intalado kkkk
Rose esquecida kkkk
Dona Bogdanov fazendo carinho Jasper kkkk
Jazz dando uma de irmão mais velho kkkk
Bells quase de Top Less kkkk
Jully pensando que Bella e Edward tavam namorando... ok isso ñao é engraçado
e
Auuuuuuunt *-*
Ela pulou pra salvar ele...²
Ass: Lokoona
OMG!!! Esse Brad e um otario msm espero q nao aconteca nada com o Ed e com a Bella ate amanha beijusculo
ResponderExcluirAAAAAH, Brad safado, nojento e safado de novo! Va brincar com o Barão va! vcs dois dão certinho hun'
ResponderExcluirTomara q ñ tenha acontecido nada com o Edward... E a Bella pulou pra salvar ele... NO CORO: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAWWW rsrs
Beijoos
~~Bells ta com ciúme do T-Zed !! haha