Olá queridas! No capítulo de hoje Rob leva a Kris para um passeio noturno num lugar bem conhecido...


Título: Doomed Love
Autora(o): Juliana
Shipper: Robert Pattinson & Kristen Stewart
Gênero: romance, drama
Censura: NC-18
Autora(o): Juliana
Shipper: Robert Pattinson & Kristen Stewart
Gênero: romance, drama
Censura: NC-18
Doomed Love
By Juliana Dantas
Atenção: Este conteúdo foi classificado
como impróprio para menores de 18 anos.
"Estou ciente, quero continuar!"
Capítulo 4 – Clareira
Entre provas de roupas e reuniões de produção, eu o procurava com o olhar.
Mas eu não o vi durante todo o dia.
Cheguei em casa sem saber se ele apareceria ou não.
Apenas porque estava preocupada com os ensaios, claro. As gravações começariam dali a poucos dias e lá se iam as oportunidades de colocarmos o texto em ordem.
Liguei a TV e estava passando um filme antigo.
Era interessante. Mas minha mente estava longe... Cansada de tentar entender a história, eu desliguei a TV e peguei o roteiro. Se Rob não ia aparecer pra trabalhar, que se danasse. Eu não iria levar bronca por causa dele.
Mas as letras dançavam na minha mente e eu devo ter adormecido, pois acordei de repente com o som incessante da campainha;
Olhei o relógio. Era tarde.
Mas eu sabia quem era.
Era muita cara de pau bater na minha porta àquela hora, mas mesmo assim eu levantei cambaleante e abri a porta.
Ele sorriu.
Deslumbrante, foi a palavra que veio a minha mente.
Desta vez, estava sem aquela toca ridícula e os cabelos dançavam rebeldes ao vento.
Suspirei, nem sei por quê.
Suspirei, nem sei por quê.
Eu estava brava? Certamente que estava. Mas bem lá no fundo havia a constatação incômoda de que eu estava ridiculamente feliz por ele ter aparecido.
Claro que eu devia estar contente. Era pelo trabalho.
Chega de noites improdutivas.
-Ora, ora, quem apareceu... – exclamei irônica.
Ele deu ombros.
-Antes tarde do que nunca.
-Achei que fosse melhor do que frases feitas... - minha atenção foi para um carro parado na minha porta. Era prata e era... Um Volvo?
Eu o fitei, espantada.
-O que é isto?
-Eu roubei.
-Engraçado! Por acaso esse não é o mesmo da produção é?
-Por acaso é. Mas e daí?
-Rob, como conseguiu pegar isto? Ficou maluco?
-Peguei emprestado... ou algo assim. Vou te levar em um lugar. Cadê o roteiro?
-Está aqui em algum lugar...
-Então vá pegar.
-Eu não vou a lugar nenhum com você.
-Vai sim.
-Rob, eu estou falando sério. É tarde e...
-Mas nós vamos trabalhar.
Eu levantei a sobrancelha incrédula.
-Vamos Kristen.
-Quer mesmo que eu acredite em você?
-Não falei pra pegar o roteiro?
-Ok, mas é bom que não esteja de brincadeira.
Eu voltei correndo e peguei os roteiros que tinha deixado jogados de qualquer jeito no chão.
-Entra. – ele falou abrindo a porta do carro pra mim.
Eu entrei, uma estranha sensação de irrealidade me dominava.
Pior que não era de hoje. Era desde que eu pisara no Oregon. Ou seria desde que comecei a ensaiar com Robert? Ou tentar ensaiar seria a palavra adequada.
Eu o fitei de soslaio. Ele cantava uma música, os dedos tamborilando no volante.
De repente ele me fitou e sorriu um daqueles sorrisos de lado e eu tive a necessidade fremente de falar alguma coisa bem neutra.
-Você não acha que o roteiro está muito diferente do livro?
-O que?
-O roteiro. Está diferente. Acha que as pessoas vão odiar?
-Elas já me odeiam mesmo... – falou casualmente.
Claro que eu sabia do que ele estava falando. Os fãs não foram muito simpáticos com ele até agora.
-Duvido que odeiem por muito tempo. Você tem este efeito sobre as pessoas.
-Que efeito?
-Como se não soubesse...
-Não sei não.
Ok, ele estava me provocando. Mas eu também sabia que ele não podia ser tão indiferente como tentava aparentar, sobre o fato de muitos fãs não gostarem dele como Edward.
Mas o que eu podia dizer pra convencê-lo?
Você é tão lindo quanto qualquer vampiro imortal?
Não. Era melhor não dizer nada.
-O que fez hoje? Não te vi. – mudei de assunto.
-Fono. Para o sotaque americano. – ele respondeu sem o sotaque inglês.
Era estranho. Já estava acostumada com aquele sotaque, que pra ser sincera era bem charmoso.
-Está razoável. – caçoei.
Ele apenas riu e parou o carro.
-Onde estamos?
-Adivinha...
Eu saí do carro e reconheci uma das locações pelas placas indicativas.
Rob segurou minha mão, me puxando para dentro da cerca amarela de proteção.
-A gente deveria estar aqui? - eu cochichei.
Ele acendeu uma lanterna na minha cara.
-A pergunta seria: podemos estar aqui?
-Que seja... - falei preocupada – podemos?
-Acho que não. Mas quem se importa?
Mais uns passos e estávamos na clareira.
A clareira do Edward. Que àquela hora parecia um breu.
Eu ri.
-Está brincando não é?
-Na sua casa não estava rendendo mesmo.
-Tenho que concordar com você.
Ele deitou e acendeu um cigarro.
Eu fiz o mesmo. Quer dizer, tirando a parte do cigarro.
-Há quanto tempo você fuma? - perguntei curiosa.
-Nem sei.
Eu virei, apoiando minha cabeça na mão.
-Não sei nada sobre você... – falei surpreendendo a mim mesma.
Não sei por que, mas de repente eu estava muito curiosa sobre ele.
-O que quer saber?
-Sei lá. Qualquer coisa...
Ele ficou em silêncio por alguns instantes.
-Minhas irmãs me vestiam de mulher e me chamavam de Cláudia quando eu era criança.
Eu ri.
-Fala sério!
-Mas é sério.
Eu comecei a gargalhar deitando no chão como ele.
-Sua vez. – ele falou.
Eu fechei os olhos.
Era realmente muito bom estar ali, no escuro, apenas os sons da noite nos acompanhando.
E a fumaça do cigarro no meu nariz. Eu tossi e ele riu.
-Pelo amor de Deus, Robert, apaga isto!
Ele riu ainda mais, mas apagou o cigarro.
-Satisfeita?
-Bem melhor assim. Suas namoradas não reclamam disto não?
-Namoradas? No plural?
Eu dei de ombros.
-Não sei... pode até ser. Diga-me você.
-Diz você primeiro. Quantos namorados?
-Um só.
-Não imaginei que fosse tão provinciana.
Eu soquei o ombro dele.
-Está pensando que eu sou o que? Só por que nasci e cresci em Hollywood devo ser maluca? Está vendo programas de fofoca demais!
-Estava brincando, Kristen.
-Eu só queria deixar isto claro!
-Esqueci que tem 17 anos, nada de bebidas e drogas e... garotos.
-Pula a parte dos garotos. – eu não resisti.
-oh oh... – ele riu malicioso – garotos são permitidos.
-Um garoto apenas.
-Como falei, bem provinciana... há quanto tempo vocês estão juntos? - ele indagou pegando o maço de cigarros. Mas antes que ele conseguisse pegar, eu arranquei da mão dele e botei no bolso do meu jeans.
-Quase dois anos. – respondi, ignorando a cara feia dele,
mas como era de praxe, ele não ficou bravo por mais de alguns segundos.
mas como era de praxe, ele não ficou bravo por mais de alguns segundos.
-Uau. É muito tempo.
-Você mesmo disse, sou “provinciana”. - falei imitando seu sotaque inglês.
-A vida é curta pra ser provinciana, Kristen.
-Cala a boca, Cláudia.
Nós rimos até cairmos no silêncio.
E eu me vi pensando sobre o que ele tinha dito.
Será que eu era mesmo uma pessoa que não aproveitava a vida?
Me sentei, sentindo-me incomodada.
-O que foi? - perguntou num tom preguiçoso.
Eu abracei os joelhos junto ao corpo, sentindo frio pela primeira vez na noite.
-Acha mesmo que sou assim?
-Assim como?
-Provinciana...
Ele sentou-se ao meu lado.
-Você pode ser o que quiser, Kristen.
-Não quero ser como os outros.
-Não precisa ser. - Ele afastou uma mecha dos meus cabelos, os dedos permanecendo no meu rosto – Não sei por que luta pra ser comum, quando nasceu pra se sobressair.
Talvez fosse a escuridão, mas a proximidade dele me deixou nervosa. Ou temerosa, ou algo assim.
Algo que eu nem queria analisar.
O que eu sabia era que alguma coisa dentro de mim gritou para que me afastasse dele e foi o que eu fiz, deitando de novo na grama fria.
Ele deitou meu lado.
-Acho que esquecemos o roteiro em algum lugar.
E ele riu aquele riso contagiante. E de repente eu ri também, a tensão passando como se nunca tivesse existido.
E eu percebi que não existia outro lugar do mundo que eu gostaria de estar naquele momento. Ao lado daquele inglês de cabelos bagunçados e riso fácil. Que fumava feito uma chaminé, mas que era capaz de fazer com que eu me sentisse a pessoa mais corajosa do mundo.
Talvez ele tivesse razão e eu estivesse desperdiçando algo vital.
Ao lado dele tudo parecia tão fácil... e talvez fosse.
Ele estendeu o braço e sem falar nada, eu deitei minha cabeça em seu ombro contemplando o céu nublado e sem estrelas acima de nossas cabeças.
-Kristen?
-Hum?
-Nunca mude. Eu gosto de você assim.
Eu sorri e fechei os olhos.
Me sentindo feliz demais. Ou algo assim.
Continua...
Quem não se sentiria bem ao lado desse homem? E o Rob heim? Levando a Kris pro meio do mato... Ele está fechando o cerco, será que a Kris vai resistir por muito tempo? Espero pra saber nos comentários. Volto com mais um amanhã. Beijos
Não ela não vai resistir por mt tempo!!! mt boa adorei! beijusculo
ResponderExcluirEsta bem legal!!!
ResponderExcluirVou continuar acompanhando,já sou fã da Juliana Dantas.
A história que vc está criando é óootimaaa!! Dá até pra viajar imaginando eles fazendo isso msm, mas tem uma coisa: Kristen fuma! E muito! E muito antes de sonhar com o Robert! Já vi várias fotos dela fumando com o ex-namorado. Aqui, nessa história, ela se passa como uma menina inocente, e como se fosse o Robert q estivesse "fazendo a cabeça dela". Mas ela ñ é assim. Sei que é só uma história, um faz-de-conta, mas seria bom se levássemos em conta a veracidade da personalidade de cada um. Bem, é o que eu acho. É só uma dica.
ResponderExcluirMas no mais, eu tô A-DO-RAN-DO!!!
meu 3:12 madrugada to quase dormindo mas vou tentar resistir e ler mas alguns capitulos
ResponderExcluirleitora novaaa, to amaaaaaaaaandoo, e esse rob hein spakpos
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